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E se os aplicativos diagnosticassem doenças

Será que o diagnóstico digital poderia superar o diagnóstico humano?

​Atualmente, aplicativos que permitem encontrar médicos estão chamando bastante atenção. Imagine se o próprio aplicativo pudesse diagnosticar uma doença baseado em sintomas.

Bom, sabemos que as regulamentações no Brasil trazem bastante proteção aos pacientes nesta área. Nos Estados Unidos, contudo, esta pergunta já está sendo feita há algum tempo.

​Um estudo realizado em 2016 pelas conceituadas Harvard Medical School and Brigham and Women's Hospital em Boston, colocou humanos e máquinas à prova e questionou:

​​

Será que o diagnóstico digital poderia 
superar o diagnóstico humano?

 
A resposta foi devastadora: nem de perto!

Os humanos competiram com 23 aplicativos de análise de sintomas, que fazem uma lista de perguntas sobre sintomas para dar suas possíveis causas. Os humanos diagnosticaram corretamente duas vezes mais do que os sistemas automatizados. O teste foi considerado a primeira comparação efetiva entre homem e máquina neste setor.

Os estudos consideraram como "erro de diagnóstico", a falha em reconhecer uma doença, ou o diagnóstico fora do tempo hábil. Segundo os pesquisadores, o​s humanos costumam cometer estes erros entre cerca de 10% a 15% dos casos.

Sistemas informatizados, contudo, tem ajudado a diminuir erros através de check-lists ou mecanismos a prova de falha. A pergunta que está sendo feita é se tais sistemas podem ajudar os humanos a diagnosticar melhor e reduzir as taxas de erro de diagnóstico.

Neste estudo, 234 médicos foram apresentados a 45 casos. Nestes cenários, haviam tanto casos comuns como incomuns, e também em diversos níveis de gravidade. Para cada cenário, os médicos precisavam responder com um diagnóstico que acreditavam ser o correto, e outros dois considerados possíveis. Cada caso foi resolvido por pelo menos 20 médicos.

Os humanos acertaram no primeiro diagnóstico em 72% dos casos, contra 34% dos sistemas automatizados. 84% dos humanos acertaram o diagnóstico na sua lista de três possibilidades, contra 51% dos sistemas digitais.

Os humanos se saíram melhor, principalmente nas situações mais dramáticas, severas e de casos mais incomuns. Contudo, mantiveram as taxas esperadas de 15% de erro de diagnóstico nos casos apresentados. 

Apesar dos resultados, a pergunta ainda continuará a ser feita. Será que os sistemas automatizados não podem melhorar as taxas de acerto dos humanos?​




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