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A inteligência artificial como ameaça. Mito ou realidade?

Vamos jogar luz sobre o tema de uma vez por todas e tirar proveito desse futuro que já virou realidade.

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Temos falado muito sobre este tema por ocasião do lançamento do Anima​, nosso produto de inteligência artificial. Por conta disso, em nossos encontros em webinars, palestras ou reuniões com clientes, temos dividido algumas visões sobre o tema, que resumimos aqui três pontos:

    • O perigo do trabalho de cada um com a evolução da inteligência artificial;
    • O que é real e irreal, na atualidade da Inteligência artificial;
    • A abordagem ideal para se tirar proveito desta tecnologia hoje;

O SEU TRABALHO VAI ACABAR?

Bom, a resposta é direta. Se o seu trabalho não agrega valor, ele tenderá a acabar um dia. Via inteligência artificial ou não. Ponto!

É nisso que devemos focar. Achar que a evolução tecnologia possa parar para considerar isso é ilusão. Se assim fosse, as operadoras de telefonia ainda estariam cheias daquelas moças conectando as linhas com cabos e os nossos elevadores teriam ainda ascensoristas.

Fique atento se verificar que seu trabalho não agrega valor, e repense isso rapidamente.

O REAL E O ​IMAGINÁRIO

A inteligência artificial​ nada mais é do que: " um sistema computacional capaz de aprender".

Parece assustador, mas nem é tanto, na prática. Da mesma forma, nem é tão simples. :)

Outro dia, um potencial cliente me perguntou se bastaria "conectar" nossa inteligência artificial ao ERP deles e se, em pouco tempo, ela poderia começar a dar "insights" do negócio.

Seria ótimo, mas não. (Para insights, ainda vamos precisar de você!)

Sim, ela é capaz de aprender, mas deve haver antes de tudo alguém que lhe ensine, que lhe treine. Filosofando um pouco, quem ensina ou treina, ensina e treina algo com algum objetivo e aqui as coisas começam a ficar mais palatáveis.

Nós dispomos dos recursos de inteligência artificial e a treinamos com um objetivo: identificar pessoas, reconhecer situações de fraude, identificar intenções humanas, classificar imagens de objetos e assim por diante.

Então, mais uma vez (como sempre), a necessidade vem antes da tecnologia.

A pergunta que sempre fazemos é: o que você precisa?

Com base nesta resposta utilizaremos nosso arsenal tecnológico para achar uma estratégia de tecnologia que pode utilizar, ou não, a inteligência artificial. E se decidirmos utilizá-la, teremos que treiná-la para tal, se já não tivermos feito isso antes.

UMA ABORDAGEM PA​RA COMEÇAR

Depois de substituir o medo e o romance pelo desejo estratégico, sugiro três medidas de primeira mão:

1) Pense na inteligência artificial​ como um recurso pronto para ser utilizado e que pode ser um acelerador e não uma ameaça ao seu negócio. Se você não usar, seu concorrente irá.

2_ Não se preocupe em entender a inteligência artificial, nós, tecnólogos, é que temos que entender e ter clareza de apontar aonde ela pode ajudar e aonde ela é apenas uma ação cosmética.

3) Procure focar, com a ajuda de uma empresa de tecnologia, pontos objetivos para obter resultados mais rápidos. Não há como ter uma inteligência que possa sugerir movimentos estratégicos se antes não for capaz de reconhecer coisas pequenas. Pense que o aprendizado funciona como para um estagiário, começa de quase nada (com todo o respeito).

Conte-nos seu caso, e rapidamente poderemos identificar pontos de oportunidade onde a inteligência artificial pode realmente agregar ao negócio em etapas rápidas.

E se quiser saber mais sobre o nosso produto, o Anima, visite aqui​.​

Luiz Vianna​ é CEO da Mult-Connect


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