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março 25
Projetos de colaboração se pagam no primeiro ano

Quando analisamos projetos de colaboração envolvendo Intranet, GED, portais e outros, temos em mente, em primeira mão, os custos iniciais de implantação do projeto. Contudo, é mais difícil identificar os ganhos que esses projetos causam de forma direta à produtividade da empresa e sua consequente redução de custos.

Analisando os dados de um estudo do IDC*, podemos concluir que, de fato, os projetos de colaboração se pagam no primeiro ano, ou em até menos tempo.

 

ESTUDOS DO IDC

Um estudo realizado pelo IDC há alguns anos com mais de 600 empresas, procurou demonstrar a quantidade de esforço em horas e em dólares que os seus colaboradores gastavam em suas atividades.

Com esse tipo de análise procurou indicar quais são os pontos onde a melhoria da produtividade poderia trazer resultados de redução de custos mais rapidamente.

Considerando um valor anual médio por colaborador de US$ 60mil que engloba salários benefícios e seus custos diretos, procurou demonstrar qual o custo efetivo dessas atividades.

 

O QUE OS COLABORADORES ESTÃO FAZENDO?

Os primeiros resultados demonstraram:

Tarefa

Média de horas por colaborador por semana

Custo por colaborador por semana

Custo por colaborador por ano

E-mail: Ler e responder

14,5

418,3

21.752,90

Criar documentos

13,3

333,7

19.952,70

Analisar informações

9,6

277,0

14.401,90

Procurar informações

9,5

274,10

14.251,90

Editar e rever

8,8

253,90

13.201,80

Conseguir informações para documentos

8,3

240,0

12.481,7

Armazenar e organizar documentos

6,8

196,20

10.201,4

Criar apresentações

6,7

193,3

10.051,3

Criar imagens

5,6

162,7

8.461,10

Preencher formulários eletrônicos

5,6

162,4

8.446,1

Gerenciar aprovação de documentos

4,3

124,1

6.450,9

Publicar conteúdo na web

4,2

121,2

6.300,8

Gerenciar entrega de documentos

4,0

115,4

6.000,8

Publicar documentos em outros canais

3,9

112,5

5.850,8

Criar conteúdo rico

2,8

80.8

4.200,6

Traduzir

1

29,7

1.545,2

 

 

ONDE OS COLABORADORES PERDEM TEMPO?

Em paralelo a essas atividades, o estudo também determinou o tempo em horas e seu custo para as atividades de "tempo perdido" e que não agregam com a atividade fim do colaborador.

Foram estes os dados do estudo:

Atividade

Média de horas por semana

Custo por colaborador por semana

Custo por colaborador por ano

Custo anual para empresas com cada 100 colaboradores.

Reformatando informações de vários formatos para um documento em formato único

3,8

110

5.701

570.076

Procurando informações e não encontrando

3,5

101

5.251

525.070

Recriando conteúdo

3

87

4.501

450.060

Divulgando a mesma informação em vários sistemas

2,8

81

4.201

420.056

Modificando o formado dos documentos

2,4

69

3.600

360.048

Buscando informações antigas arquivadas com pouca ou nenhuma automação

2,3

66

3.450

345.046

Contornando problemas de versão

2,2

63

3.300

330.044

 

 

COMO MINIMIZAR ISSO?

Através de uma ferramenta que pudesse:

  • Ser um ponto centralizado da informação para os colaboradores.
  • Oferecer uma possante ferramenta de busca que permitisse a todos encontrar a tudo por palavra chave.
  • Gerenciar permissões e mecanismos de aprovação desses conteúdos em uma mesma ferramenta.
  • Controlasse as diferentes versões de documentos.

Se considerarmos, de forma bem pessimista, que essa ferramenta resolvesse 80% dos problemas apresentados de:

  • Busca sem sucesso: Economia de US$ 4.200,80 por ano por colaborador.
  • Recriar informações já existentes: Economia de US$ 3.600,80 por ano por colaborador.
  • Divulgação em mais de um local: Economia de US$ 3.360,80 por ano por colaborador.
  • Busca de informações antigas: Economia de US$ 2.760,00 por ano por colaborador.
  • Controle de versão: Economia de US$2.640,00 por ano por colaborador.

Chegaríamos a uma economia anual por colaborador de cerca de US$ 16.562,40.

Isso significaria que a cada 10 colaboradores envolvidos (o que englobaria até as empresas pequenas) a economia anual superaria US$165 mil.

Um projeto na plataforma SharePoint com estas características se pagaria, com certeza, dentro do primeiro ano.

Portando, considere o assunto e fale conosco.

Por Luiz Vianna

*Fonte: IDC. "The hidden cost of information work."

fevereiro 25
Gerenciando o conhecimento com GED

O GED (Gerenciamento Eletrônico de Documentos) é um conjunto de tecnologias que permite o gerenciamento de todo o ciclo de vida de um documento, desde a criação, controle e armazenamento. Podendo ser documentos diversos como planilhas eletrônicas, arquivos de texto, imagens, vídeos, áudio e etc.

 
O GED oferece inúmeras possibilidades, podendo ser implantando na intranet da organização, no ambiente de extranet com acesso externo ou mesmo na nuvem, proporcionando os seguintes benefícios:
 
·         Velocidade e precisão na localização de documentos;
·         Controle de todo o processo de negócio;
·         Gestão do nível de segurança;
·         Melhor aproveitamento de espaço físico;
·         Melhor controle do acervo documental;
·         Controle e gestão de alterações;
·         Recuperação por meios de busca ou navegação por metadados gerenciados;
 
Mas você deve estar se perguntando. Onde o GED pode me ajudar na gestão do conhecimento da minha empresa? Daí eu lhe digo.
 
Imagine um ambiente corporativo, em que os usuários geram diversos documentos por dia, e não seguem um padrão de nomenclatura, geram arquivos em duplicidade, geram grande quantidade de arquivos impressos e ainda estes documentos não mal classificados, dificultando a busca. Imaginou?
 
Essas são algumas das ações que vemos todos os dias em boa parte das empresas.  Não há estrutura organizacional que suporte por muito tempo essas práticas, que não agregam valor ao negócio e exige um alto custo de manutenção.
 
Em um ambiente corporativo onde o GED é adotado como solução, esta situação não ocorre, pois a estrutura de conteúdo foi analisada, diagnostica e estruturada para a implantação do GED.
 
O SharePoint Server 2010 é uma ferramenta completa de colaboração e gestão de conteúdo, que aplicam os conceitos e funcionalidades necessárias do GED. Fale Conosco e entenda o que podemos oferecer de solução para sua empresa.
 
Leia outros posts em nosso blog sobre GED
 

 

Por Priscila Sena
setembro 11
Soluções em BI na plataforma Microsoft

​Dentre todas as definições sobre BI (Business Inteligence) a que nos parece mais objetiva diz:  

"BI é transformar dados em conhecimento"

Veja que a definição não se refere a uma ferramenta, um processo, um ato, mas a qualquer "coisa" que possa fazer tal transformação.
 
As pessoas são contratadas para tomar decisões e queremos que os dados sejam insumo para que as pessoas possam tomar decisões corretas.

São três coisas que acompanham essa necessidade:

·
Onde está a informação
: As empresas possuem uma grande quantidade de dados, em vários locais, sistemas e bancos de dados diferentes. (Integração)

·
Cada um busca a informação que precisa
: Queremos que as pessoas possam buscar sozinhas as informações que precisam sem que precisem ser especialistas em sistemas. (Ferramentas).

·
Confiabilidade e segurança
: Queremos que as informações sejam precisas, mas que o acesso seja restrito a somente quem precisa. (Governança)

Para que isso seja possível precisamos de algumas "camadas" no processo de BI, que levará a informação a quem vai analisa-la:

·
Coletar dados – Data source
· Integrar e normatizar dados – BI plataform
· Analisar dados – End user tools
· Exibir dados analisados – Delivery

Pensando assim, fica mais fácil entender esse famoso diagrama:
 
BIMicrosoft.jpg
 
Veja que a fonte de dados (mais abaixo no diagrama) pode ser qualquer uma, e o processo todo levará a informação em um formato pronto para usuário até lá em cima, na camada de entrega (delivery).

Para o usuário final, a informação poderá ser exibida de diferentes formas como:

·
Relatórios:
Estamos acostumados a visualizar relatórios que compilam dados em um formato pré-estabelecido, sumarizado ou detalhado.
· KPIs: Key Performance Indicator (Indicadores Chaves de Performance) também foram introduzidos.
· Dashboards: Um lugar centralizado onde vários resumos estão colocados para uma visão ampla dos vários pontos de análise.
· Excell Services: Planilhas ligadas diretamente à fonte de dados e que permitem acesso detalhado.

Por isso, um processo de BI é especial de empresa para empresa, pois a menos de situações padronizadas, não existem as mesmas fontes de dados e nem as mesmas necessidades de análise.

Se quiser discutir conosco a respeito de soluções de BI, entre em contato.

 

agosto 31
Nove ações para extrair o melhor das redes sociais

Um dos principais problemas que afetam as empresas que desejam ingressar nas redes sociais, mesmo as que já se encontram nela, é a falta de uma estratégia adequada, causando crises e transtornos.

Segundo pesquisa realizada em 2010, 34% das empresas responderam que não tinham nenhuma participação nas mídias sociais. Em 2012 este número caiu para 15%, representando grande importância no mundo corporativo.
 
Ainda de acordo com os dados desta pesquisa, 20% das empresas participavam do FaceBook e 15% do YouTube. Em 2012, estes números mais que dobraram, passando respectivamente para 47% e 32%.
 
Antes de encarar as redes sociais, é necessário obter respostas para algumas perguntas como:

·         Qual o objetivo a ser alcançado?
·         Qual o público-alvo?
·         Qual a abordagem e ferramentas utilizar?
 

Sem estas respostas, o ingresso nas redes sociais tende ao fracasso.

 
A preservação e divulgação da imagem, a disseminação de seus produtos e serviços, a coleta de informações de seus clientes e concorrentes podem ser alguns dos motivos para iniciar o seu mapa estratégico de atuação nas redes.
 
Rene de Paula, especialista em experiência do usuário da Microsoft Brasil e professor do I-Group, alerta: “Talvez estar fora seja a melhor estratégia”.  Ele mostra em sua análise que a cautela é necessária antes de aderir às redes sociais.  Ele ainda aconselha: “Vamos respirar fundo, os problemas concretos ainda permanecem e os conceitos clássicos de estratégica continuam valendo. A Web 2.0 trouxe a ideia de que tudo é muito fácil, o que faz às vezes a empresa partir para uma estratégia digital diferente da realidade da organização. Tem muita gente interessada nas mídias por medo e insegurança e também pela manipulação das opiniões. E isso não é estratégico”.
 
Abaixo pontuamos algumas ações que precisam ser tomadas antes de aderir às redes sociais.
 

1. Definir os principais motivos de aderir às redes sociais e analisar os benefícios desta adesão;

2. Traçar objetivos e metas estratégicas junto à alta gestão, para que estejam adequadas ao negócio;

3. Adotar uma governança corporativa, definido responsáveis para criar, rever as ações estratégias, monitorar e mensurar os resultados e criar mecanismos operacionais para executar essas ações;

4. Aderir à gestão de riscos para avaliar as ameaças em potencial e encontrar maneiras de evitá-las e adotar a gestão de crise para lidar com os desastres depois que eles ocorrem;

5. Definição e configuração de métricas de monitoramento, mensuração, análise e relatório para auxilio na tomada de decisão para melhoria das ações estratégicas;

6. Criar mecanismo de respostas aos consumidores / clientes de forma rápida e positiva;

7. Contratação de pessoal especializado em portais de colaboração e redes sociais para integrar as ações em uma única ferramenta;

8. Criação de campanhas de marketing para potencializar o negócio/produto;

9. Ter um canal aberto para reclamação dos consumidores / clientes, que seja eficiente e de pronto atendimento.

 
Essas ações são um conjunto de boas práticas para alcançar o sucesso nas redes sociais e agregar valor ao seu negócio, de forma planejada e com as ferramentas adequadas à decisão estratégica.
 
Para saber mais sobre como agregar as redes sociais aos seus portais de colaboração e/ou intranet fale conosco.
 

Por Priscila Sena 

junho 13
Manutenção de soluções em Sharepoint

Muito se discute a respeito de projetos na plataforma Sharepoint, mas em todas as discussões preliminares se fala muito pouco sobre o aspecto da manutenção dessas soluções.

Uma das grandes vantagens de soluções em Sharepoint é a possibilidade do cliente, posteriormente, estender as funcionalidades originais do projeto, ampliar o escopo de atuação e realizar manutenções. Por isso, uma boa solução não é somente aquela que é bonita e funciona, mas também aquela onde é possível realizar manutenções de forma simples.

É nossa função, como provedores de serviço em Sharepoint, pensar nisso em nome do cliente. Quem sabe, até mesmo em nosso nome, caso sejamos eleitos para prestar a manutenção do projeto pós-implementação.

Sabendo disso, ao contratar um serviço de desenvolvimento de projeto utilizando Sharepoint, aborde com seu provedor de serviços sobre quais serão as formas, dificuldades e facilidades das manutenções posteriores. Coloque na sua lista questões como:

  • O que minha equipe poderá e deverá fazer sozinha?
  • O que minha equipe precisará de sua empresa para fazer?
  • Se eu precisar de alguém, terá de ser obrigatoriamente sua empresa, ou poderá ser outro provedor Sharepoint?

     

Lembre-se que após a entrega do projeto em produção, algumas atividades de manutenção serão necessárias, então defina claramente:

  • Quais tarefas de manutenção são de responsabilidade de sua equipe?
  • Quais tarefas de manutenção são esperadas do provedor de serviços?
  • O que é manutenção, o que são novas funcionalidades?

     

Temos sido questionados em inúmeros casos sobre a manutenção de projetos em SharePoint realizados por terceiros. Nossa empresa realiza esses serviços, mas vale lembrar que somente após uma análise inicial se poderá determinar o que é somente uma questão de manutenção, e o que precisa ser refeito por não estar aplicado de uma forma adequada.

Nestes casos, como temos feito, vale pensar em um contrato que englobe a manutenção e um pacote de melhorias para que a nova visão aplicada por uma empresa mais experiente possa ser utilizada não só para manter, mas para também aprimorar o que já existe.

Você possui projetos que envolvem manutenção de soluções em Sharepoint 2010? Então fale conosco.

junho 12
Segurança em portais em Sharepoint

Não há um tratado oficial ou documento completo que forneça todas as questões de segurança que podem envolver um projeto em Sharepoint. Afinal, muitos componentes estão presentes neste tipo de cenário: desde sistemas de segurança de rede como Firewalls, bancos de dados, sistemas operacionais, até a aplicação Sharepoint em si.

De um ponto de vista simplista, podemos imaginar que nossos dados estão em um "bunker" protegido por diversas camadas de proteção, onde a camada mais externa é o perímetro e a mais próxima dos dados a aplicação. O desenho abaixo demonstra essa ideia:

 

Seguranca.JPG
 

 

O nosso tesouro são os dados. O problema é que esses dados precisam ser disponibilizados a alguns usuários de forma parcial ou completa, e a outros deve ser protegida.

A proteção mais externa, realizada na estrutura de entrada da rede é a proteção de perímetro. Ali estão roteadores controlados, Firewalls, sistemas IDS/IPS e outros que vão fazer o controle preliminar do que pode e o que não pode passar.

A cada nova camada, mais restrições são acrescentadas. O resultado é que o acesso final é tão restritivo quanto a soma de todas as restrições.

Há de se destacar aqui o que o termo segurança pode ter diferentes significados dependendo do cenário. Um portal de Intranet e um portal público na Internet terão diferentes componentes de análise e perspectivas sob o ponto de vista da segurança. Para cada um, cuidados específicos deverão ser tomados. Pensando no desenho acima, uma intranet que não é acessada de fora da rede da empresa poderia não se preocupar com a segurança de perímetro (partindo de um princípio que um acesso externo não esteja sendo permitido pelo controle de perímetro).

Aqui se apresenta um novo desafio: é muito comum que equipes ou até mesmo empresas diferentes sejam responsáveis pelo controle das diferentes camadas. E é aí que mora o perigo.

Uma atualização de sistema operacional não realizada, uma configuração de servidor não completa, um detalhe na configuração da aplicação pode resultar em brechas importantes na segurança, sempre causados por detalhes muito pequenos. E às vezes, acabamos por aprender isso da pior forma.

Alguns pontos para serem analisados:

. Envolva o "dono do projeto" na preocupação com a segurança.
. Determine a forma de autenticação mais adequada ao cenário (internet, intranet, extranet).
. Lembre-se que a autenticação é reflexo de como foi configurada (usuários ou grupos mal configurados serão refletidos)
. Envolva todos os responsáveis pelas diferentes "camadas".
. Só conceda direitos que o usuário realmente precisa.
. Na hora de avaliar, pense sempre no pior.

Mesmo tendo sido tomados todos os cuidados, tenha a certeza que algo ficou para trás. A experiência aumenta em muito a assertividade, mas são muitos os pontos onde pode haver brechas.

Por isso, para portais públicos, recomendamos fortemente a nossos clientes um teste EHT (Ethical Hacker Test). O EHT é feito por equipe especializada e que que não participou em nenhuma etapa do processo de configuração e desenvolvimento e que tentará com vários meios e ferramentas acessar os dados de nossa aplicação e mapear nossas falhas.

Com isso, teremos uma visão de qual é o nível de proteção efetiva e com base em um relatório poderemos saber em quais das camadas pontos de segurança precisam ser aplicados ou melhorados.

O objetivo final é diminuir riscos mesmo porque riscos sempre haverá.

Para maiores informações sobre esse tema, fale conosco.

junho 08
Armazenamento de arquivos em Sharepoint

Uma das funcionalidades disponíveis na plataforma Sharepoint 2010 (inclusive na versão gratuita: Foundation) é o armazenamento de arquivos em biblioteca de documentos.

Suas funções nativas contemplam todas as funcionalidades necessárias para o gerenciamento eletrônico de documentos (GED) como controle de acesso e versionamento. Associado a uma poderosa ferramenta de busca, torna a solução bastante atrativa e completa.

Contudo, uma das preocupações inerentes a grandes implementações é a capacidade do SharePoint em administrar grandes quantidades de documentos e ou documentos muito grandes.

Em termos gerais, a Microsoft sugere que o limite de tamanho para um arquivo em uma biblioteca é de 2GB (padrão é 50MB, mas pode ser estendido à 2GB na versão 2010). Quanto à biblioteca, pode conter até 400.000 arquivos que somadas às suas versões armazenadas, podem chegar a 30 milhões. (adicionalmente sugere-se que uma view apresente, no máximo, cinco mil registros).

Em situações de bibliotecas imensas, pode haver uma preocupação com relação à performance ou, para alguns usuários, uma preocupação a respeito do controle do armazenamento desses arquivos.

Em cenários muito específicos, pode ser aplicada uma solução para esta questão: armazenamento externo de BLOBs.

No SharePoint Server 2010, um objeto binário grande (BLOB) é um grande bloco de dados armazenados em um banco de dados que é conhecido por seu tamanho e localização, em vez de por sua estrutura - por exemplo, um documento do Microsoft Office 2010 ou um arquivo de vídeo. Por padrão, esses BLOBs, também conhecidos como dados não estruturados, são armazenados diretamente no banco de dados de conteúdo do SharePoint, juntamente com os metadados associados, ou dados estruturados. Porque estes BLOBs podem ser muito grandes, talvez seja melhor para armazenar BLOBs fora do banco de dados de conteúdo. BLOBs são imutáveis. Assim, uma nova cópia do BLOB deve ser armazenada para cada nova versão daquele BLOB. Devido a isto, à medida que aumenta o uso de uma base de dados, o tamanho total de seus dados de BLOB pode expandir rapidamente e crescer mais do que o tamanho total dos metadados de documentos e outros dados estruturados que é armazenada na base de dados. Dados BLOB pode consumir muito espaço e utiliza recursos do servidor que são otimizados para os padrões de acesso de banco de dados.

Portanto, em casos específicos, é possível e pode ser útil para mover dados BLOB para fora do banco de dados SQL Server.

Deseja falar mais sobre soluções de GED, fale conosco.

maio 29
Soluções em GED utilizando Sharepoint

MUNDO DIGITAL
 
No mundo corporativo atual, quase tudo é em formato digital: documentos, e-mails e etc. Não se imprimem mais propostas comerciais, minutas de contratos e solicitações de orçamento.
 
Apesar das inúmeras vantagens , esse modelo tem trazido alguns novos desafios que precisam ser, cada vez mais, encarados de frente.
 
Quantos de nós já procuram um documento dentro da empresa e, por não tê-lo encontrado, acabamos por desenvolver um novo. Quantas perdas por “salvar em cima”, ou apagar sem querer. Quantos milhares de arquivos existem em nossas empresas e nem sabemos mais que estão ali.
 
Algumas estatísticas mostram que :
·         5% a 15% do tempo das pessoas é tomada refazendo conteúdos que a empresa já possuía.
·         Desse tempo, 50%, é tomado procurando por esses documentos.
·         15% dos documentos simplesmente não são mais encontrados.
 
 
GESTÃO ELETRÔNICA
 
Ao avaliar estes aspectos fica claro que um conjunto de “pastas na rede” não são mais uma saída suficiente. É necessário uma gestão de todas essas informações que a empresa possui não só para que sejam armazenadas, mas para que possam ser encontradas e reutilizadas no futuro.
 
A gestão eletrônica de documentos é a solução mais adequada e que trás ainda inúmeras vantagens, como:
 
·         Governança:  Controle do acesso a documentos em formato digital.
·         Gestão: Controle de versões do mesmo documento e seu histórico.
·         Busca: Mecanismo para encontrar documentos.
·         Armazenamento: Controle do armazenamento dessa informação.
 
 
SOLUÇÕES DE GED UTILIZANDO SHAREPOINT
 
Você pode utilizar o SharePoint como ferramenta para a Gestão Eletrônica de Documentos. A plataforma possui um conjunto de funcionalidades bastante robusto trazendo ainda algumas vantagens:
 
·         Governança: Controle de acesso integrado aos usuários da rede Microsoft (Active Directory).
·         Gestão: Controle de versão configurável:
·         Busca: Ferramenta de busca (estilo Google) permitindo, conforme cenário, busca pelo conteúdo do documento.
·         Armazenamento: Controle do armazenamento pela própria plataforma SharePoint.
 
Além disso, você pode ainda:
·         Definir um modelo a ser usado para cada tipo de documento (proposta comercial, contrato e etc.).
·         Criar uma “etiqueta eletrônica”  (metadados) com informações para cada tipo de documento.
·         Associar “fluxos de trabalho” (workflows) para situações de colaboração ou aprovação.
·         Controlar o acesso a um documento em cada fase do seu ciclo de vida.
·         Mover os documentos dentro da organização conforme membros da equipe contribuem para a sua criação.  revisão, aprovação, publicação e disposição.
·         Definir políticas de auditoria e ainda mecanismos para elimiar ou reter documentos conforme sua importância para a empresa.
 
Essas são somente algumas das vantagens e características desse tipo de implementação. Se desejar conhecer mais, fale conosco.

 

março 07
O SharePoint é indicado para o seu projeto?


O SharePoint possui funcionalidades já prontas e que, dependendo das características da sua necessidade, podem potencializar o seu projeto. Assim, muitas dessas funcionalidades não precisam ser desenvolvidas do zero, mas apenas planejadas e configuradas adequadamente para melhor utilização.
 
Dentro da plataforma Microsoft, a outra alternativa seria desenvolver o seu projeto totalmente utilizando .NET, área que também atuamos.
 
Há também um modelo híbrido, que utilizamos bastante. Nesta alternativa, utilizamos o máximo da solução em SharePoint e para as características que não são atendidas pelas funcionalidades do produto, desenvolvemos pequenos pacotes em .NET que serão posteriormente integrados à plataforma SharePoint. Estes componentes são chamados de : webparts.
 
A seguir, com base em nossas experiências, apontamos algumas características que podem guiar a sua escolha entre SharePoint ou .NET. O quadro abaixo identifica, considerando a característica, qual modelo se aplica melhor. No caso do modelo híbrido, as duas opções estão marcadas.

Característica ​SharePoint ​Sistema .NET
​Atualização do conteúdo do site/portal bastante dinâmica ​x
​Características de gestão de documentos com controle de versão ​x
​Sistema integrado aos usuários da rede ​x
​Sistemas com processos controlados por fluxo de trabalho (workflow) ​x
​Necessidade de controle de criptografia e segurança específica ​x
​Sistemas com importação de dados, processamento, consolidação e relatórios ​x
​Sistemas com alta necessidade de trilhas de auditoria e rastreabilidade ​x
​Integração com outras plataformas ​x ​x
​Portais com telas que referenciam dados de outros sistemas ​x ​x
​Sistemas com funcionalidades especiais mas com alta exigência de governança ​x ​x

 

Quer ganhar tempo? Entre em contato conosco, desenvolvemos projetos tanto em .NET como em SharePoint, por isso poderemos ajudá-lo a escolher a melhor alternativa para o seu projeto.

EQUIPE MULT-CONNECT

fevereiro 29
MULT-CONNECT lança vídeos na rede

​Como parte das iniciativas de marketing planejadas para este ano, a MULT-CONNECT lançou recentemente alguns vídeos nas redes sociais.

Os vídeos tem o objetivo não só de divulgar a marca, mas de também instigar a curiosidade sobre o mercado de tecnologia.

O primeiro a ser lançado fala das estatísticas do mundo de tecnologia nos fazendo pensar como, sem perceber, nos tornamos cada vez mais dependentes.

Nos demais, abordamos temas como o desenvolvimento de projetos, Windows Phone e outros. Além disso, como é apresentado na home de nosso site, existe o vídeo institucional que apresenta como é tratado um projeto de desenvolvimento dentro da MULT-CONNECT.

Confira esta iniciativa em:

http://www.youtube.com/user/MultConnect

EQUIPE MULT-CONNECT

 

 

 

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