| O Windows Phone (sistema operacional móvel da Microsoft para Smartphones) teve sua nova versão (Windows 8) lançada em outubro do ano passado e, desde então, o sistema operacional vem conquistando muitos usuários.
Mas afinal quais são os aplicativos mais interessantes para os usuários utilizarem nessa nova versão?
A Mult-Connect separou alguns aplicativos úteis para você baixar e se beneficiar deles. Confira!

Aplicativo para Windows Phone desenvolvido pela Mult-Connect para quem está construindo ou reformando.
Se você está construindo ou reformando, sempre precisam de ferramentas na mão, não é? A Mult-Connect resolveu facilitar sua vida e agora o Prumo e o Nívelpodem ser carregados no seu bolso.
O aplicativo está disponível no Market Place e pode ser adquirido em clique aqui.

Que tal saber se o voo de alguém que vocês está esperando vai chegar no horário. Com esse aplicativo você indica o número do voo ele informa os horários reais de saída de chegada do voo indicado. É possível ainda acompanhar mais de um voo ao mesmo tempo.
Para baixa-lo, clique aqui.

O Windows Phone tem um potencial fotográfico incrível. Para agregar ainda mais valor às vantagens do sistema, você pode baixar o Thumba Photo Editor. O aplicativo disponibiliza mais de 70 filtros de imagens de alta qualidade.
Para fazer download, clique aqui.

Permite acessar um notebook ou desktops a distância. O aplicativo permite acessar computadores a partir de smartphones com Windows Phone. A interface é bem simples e segue o estilo da nova interface otimizada para telas sensíveis ao toque do Windows 8.
Para adquirir clique aqui.
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| Quando analisamos projetos de colaboração envolvendo Intranet, GED, portais e outros, temos em mente, em primeira mão, os custos iniciais de implantação do projeto. Contudo, é mais difícil identificar os ganhos que esses projetos causam de forma direta à produtividade da empresa e sua consequente redução de custos.
Analisando os dados de um estudo do IDC*, podemos concluir que, de fato, os projetos de colaboração se pagam no primeiro ano, ou em até menos tempo.
ESTUDOS DO IDC
Um estudo realizado pelo IDC há alguns anos com mais de 600 empresas, procurou demonstrar a quantidade de esforço em horas e em dólares que os seus colaboradores gastavam em suas atividades.
Com esse tipo de análise procurou indicar quais são os pontos onde a melhoria da produtividade poderia trazer resultados de redução de custos mais rapidamente.
Considerando um valor anual médio por colaborador de US$ 60mil que engloba salários benefícios e seus custos diretos, procurou demonstrar qual o custo efetivo dessas atividades.
O QUE OS COLABORADORES ESTÃO FAZENDO?
Os primeiros resultados demonstraram:
Tarefa |
Média de horas por colaborador por semana |
Custo por colaborador por semana |
Custo por colaborador por ano |
E-mail: Ler e responder |
14,5 |
418,3 |
21.752,90 |
Criar documentos |
13,3 |
333,7 |
19.952,70 |
Analisar informações |
9,6 |
277,0 |
14.401,90 |
Procurar informações |
9,5 |
274,10 |
14.251,90 |
Editar e rever |
8,8 |
253,90 |
13.201,80 |
Conseguir informações para documentos |
8,3 |
240,0 |
12.481,7 |
Armazenar e organizar documentos |
6,8 |
196,20 |
10.201,4 |
Criar apresentações |
6,7 |
193,3 |
10.051,3 |
Criar imagens |
5,6 |
162,7 |
8.461,10 |
Preencher formulários eletrônicos |
5,6 |
162,4 |
8.446,1 |
Gerenciar aprovação de documentos |
4,3 |
124,1 |
6.450,9 |
Publicar conteúdo na web |
4,2 |
121,2 |
6.300,8 |
Gerenciar entrega de documentos |
4,0 |
115,4 |
6.000,8 |
Publicar documentos em outros canais |
3,9 |
112,5 |
5.850,8 |
Criar conteúdo rico |
2,8 |
80.8 |
4.200,6 |
Traduzir |
1 |
29,7 |
1.545,2 |
ONDE OS COLABORADORES PERDEM TEMPO?
Em paralelo a essas atividades, o estudo também determinou o tempo em horas e seu custo para as atividades de "tempo perdido" e que não agregam com a atividade fim do colaborador.
Foram estes os dados do estudo:
Atividade |
Média de horas por semana |
Custo por colaborador por semana |
Custo por colaborador por ano |
Custo anual para empresas com cada 100 colaboradores. |
Reformatando informações de vários formatos para um documento em formato único |
3,8 |
110 |
5.701 |
570.076 |
Procurando informações e não encontrando |
3,5 |
101 |
5.251 |
525.070 |
Recriando conteúdo |
3 |
87 |
4.501 |
450.060 |
Divulgando a mesma informação em vários sistemas |
2,8 |
81 |
4.201 |
420.056 |
Modificando o formado dos documentos |
2,4 |
69 |
3.600 |
360.048 |
Buscando informações antigas arquivadas com pouca ou nenhuma automação |
2,3 |
66 |
3.450 |
345.046 |
Contornando problemas de versão |
2,2 |
63 |
3.300 |
330.044 |
COMO MINIMIZAR ISSO?
Através de uma ferramenta que pudesse:
Ser um ponto centralizado da informação para os colaboradores.
Oferecer uma possante ferramenta de busca que permitisse a todos encontrar a tudo por palavra chave.
Gerenciar permissões e mecanismos de aprovação desses conteúdos em uma mesma ferramenta.
Controlasse as diferentes versões de documentos.
Se considerarmos, de forma bem pessimista, que essa ferramenta resolvesse 80% dos problemas apresentados de:
Busca sem sucesso: Economia de US$ 4.200,80 por ano por colaborador.
Recriar informações já existentes: Economia de US$ 3.600,80 por ano por colaborador.
Divulgação em mais de um local: Economia de US$ 3.360,80 por ano por colaborador.
Busca de informações antigas: Economia de US$ 2.760,00 por ano por colaborador.
Controle de versão: Economia de US$2.640,00 por ano por colaborador.
Chegaríamos a uma economia anual por colaborador de cerca de US$ 16.562,40.
Isso significaria que a cada 10 colaboradores envolvidos (o que englobaria até as empresas pequenas) a economia anual superaria US$165 mil.
Um projeto na plataforma SharePoint com estas características se pagaria, com certeza, dentro do primeiro ano.
Portando, considere o assunto e fale conosco.
Por Luiz Vianna
*Fonte: IDC. "The hidden cost of information work." |
| O GED (Gerenciamento Eletrônico de Documentos) é um conjunto de tecnologias que permite o gerenciamento de todo o ciclo de vida de um documento, desde a criação, controle e armazenamento. Podendo ser documentos diversos como planilhas eletrônicas, arquivos de texto, imagens, vídeos, áudio e etc.
O GED oferece inúmeras possibilidades, podendo ser implantando na intranet da organização, no ambiente de extranet com acesso externo ou mesmo na nuvem, proporcionando os seguintes benefícios:
· Velocidade e precisão na localização de documentos;
· Controle de todo o processo de negócio;
· Gestão do nível de segurança;
· Melhor aproveitamento de espaço físico;
· Melhor controle do acervo documental;
· Controle e gestão de alterações;
· Recuperação por meios de busca ou navegação por metadados gerenciados;
Mas você deve estar se perguntando. Onde o GED pode me ajudar na gestão do conhecimento da minha empresa? Daí eu lhe digo.
Imagine um ambiente corporativo, em que os usuários geram diversos documentos por dia, e não seguem um padrão de nomenclatura, geram arquivos em duplicidade, geram grande quantidade de arquivos impressos e ainda estes documentos não mal classificados, dificultando a busca. Imaginou?
Essas são algumas das ações que vemos todos os dias em boa parte das empresas. Não há estrutura organizacional que suporte por muito tempo essas práticas, que não agregam valor ao negócio e exige um alto custo de manutenção.
Em um ambiente corporativo onde o GED é adotado como solução, esta situação não ocorre, pois a estrutura de conteúdo foi analisada, diagnostica e estruturada para a implantação do GED.
O SharePoint Server 2010 é uma ferramenta completa de colaboração e gestão de conteúdo, que aplicam os conceitos e funcionalidades necessárias do GED. Fale Conosco e entenda o que podemos oferecer de solução para sua empresa.
Leia outros posts em nosso blog sobre GED
Por Priscila Sena |
| Dentre todas as definições sobre BI (Business Inteligence) a que nos parece mais objetiva diz:
"BI é transformar dados em conhecimento"
Veja que a definição não se refere a uma ferramenta, um processo, um ato, mas a qualquer "coisa" que possa fazer tal transformação.
As pessoas são contratadas para tomar decisões e queremos que os dados sejam insumo para que as pessoas possam tomar decisões corretas.
São três coisas que acompanham essa necessidade:
· Onde está a informação: As empresas possuem uma grande quantidade de dados, em vários locais, sistemas e bancos de dados diferentes. (Integração)
· Cada um busca a informação que precisa: Queremos que as pessoas possam buscar sozinhas as informações que precisam sem que precisem ser especialistas em sistemas. (Ferramentas).
· Confiabilidade e segurança: Queremos que as informações sejam precisas, mas que o acesso seja restrito a somente quem precisa. (Governança)
Para que isso seja possível precisamos de algumas "camadas" no processo de BI, que levará a informação a quem vai analisa-la:
· Coletar dados – Data source · Integrar e normatizar dados – BI plataform · Analisar dados – End user tools · Exibir dados analisados – Delivery
Pensando assim, fica mais fácil entender esse famoso diagrama:
Veja que a fonte de dados (mais abaixo no diagrama) pode ser qualquer uma, e o processo todo levará a informação em um formato pronto para usuário até lá em cima, na camada de entrega (delivery).
Para o usuário final, a informação poderá ser exibida de diferentes formas como:
· Relatórios: Estamos acostumados a visualizar relatórios que compilam dados em um formato pré-estabelecido, sumarizado ou detalhado.
· KPIs: Key Performance Indicator (Indicadores Chaves de Performance) também foram introduzidos.
· Dashboards: Um lugar centralizado onde vários resumos estão colocados para uma visão ampla dos vários pontos de análise.
· Excell Services: Planilhas ligadas diretamente à fonte de dados e que permitem acesso detalhado.
Por isso, um processo de BI é especial de empresa para empresa, pois a menos de situações padronizadas, não existem as mesmas fontes de dados e nem as mesmas necessidades de análise.
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| Um dos principais problemas que afetam as empresas que desejam ingressar nas redes sociais, mesmo as que já se encontram nela, é a falta de uma estratégia adequada, causando crises e transtornos.
Segundo pesquisa realizada em 2010, 34% das empresas responderam que não tinham nenhuma participação nas mídias sociais. Em 2012 este número caiu para 15%, representando grande importância no mundo corporativo.
Ainda de acordo com os dados desta pesquisa, 20% das empresas participavam do FaceBook e 15% do YouTube. Em 2012, estes números mais que dobraram, passando respectivamente para 47% e 32%.
Antes de encarar as redes sociais, é necessário obter respostas para algumas perguntas como:
· Qual o objetivo a ser alcançado?
· Qual o público-alvo?
· Qual a abordagem e ferramentas utilizar?
Sem estas respostas, o ingresso nas redes sociais tende ao fracasso.
A preservação e divulgação da imagem, a disseminação de seus produtos e serviços, a coleta de informações de seus clientes e concorrentes podem ser alguns dos motivos para iniciar o seu mapa estratégico de atuação nas redes.
Rene de Paula, especialista em experiência do usuário da Microsoft Brasil e professor do I-Group, alerta: “Talvez estar fora seja a melhor estratégia”. Ele mostra em sua análise que a cautela é necessária antes de aderir às redes sociais. Ele ainda aconselha: “Vamos respirar fundo, os problemas concretos ainda permanecem e os conceitos clássicos de estratégica continuam valendo. A Web 2.0 trouxe a ideia de que tudo é muito fácil, o que faz às vezes a empresa partir para uma estratégia digital diferente da realidade da organização. Tem muita gente interessada nas mídias por medo e insegurança e também pela manipulação das opiniões. E isso não é estratégico”.
Abaixo pontuamos algumas ações que precisam ser tomadas antes de aderir às redes sociais.
1. Definir os principais motivos de aderir às redes sociais e analisar os benefícios desta adesão;
2. Traçar objetivos e metas estratégicas junto à alta gestão, para que estejam adequadas ao negócio;
3. Adotar uma governança corporativa, definido responsáveis para criar, rever as ações estratégias, monitorar e mensurar os resultados e criar mecanismos operacionais para executar essas ações;
4. Aderir à gestão de riscos para avaliar as ameaças em potencial e encontrar maneiras de evitá-las e adotar a gestão de crise para lidar com os desastres depois que eles ocorrem;
5. Definição e configuração de métricas de monitoramento, mensuração, análise e relatório para auxilio na tomada de decisão para melhoria das ações estratégicas;
6. Criar mecanismo de respostas aos consumidores / clientes de forma rápida e positiva;
7. Contratação de pessoal especializado em portais de colaboração e redes sociais para integrar as ações em uma única ferramenta;
8. Criação de campanhas de marketing para potencializar o negócio/produto;
9. Ter um canal aberto para reclamação dos consumidores / clientes, que seja eficiente e de pronto atendimento.
Essas ações são um conjunto de boas práticas para alcançar o sucesso nas redes sociais e agregar valor ao seu negócio, de forma planejada e com as ferramentas adequadas à decisão estratégica.
Para saber mais sobre como agregar as redes sociais aos seus portais de colaboração e/ou intranet fale conosco.
Por Priscila Sena |
| Muito se discute a respeito de projetos na plataforma Sharepoint, mas em todas as discussões preliminares se fala muito pouco sobre o aspecto da manutenção dessas soluções.
Uma das grandes vantagens de soluções em Sharepoint é a possibilidade do cliente, posteriormente, estender as funcionalidades originais do projeto, ampliar o escopo de atuação e realizar manutenções. Por isso, uma boa solução não é somente aquela que é bonita e funciona, mas também aquela onde é possível realizar manutenções de forma simples.
É nossa função, como provedores de serviço em Sharepoint, pensar nisso em nome do cliente. Quem sabe, até mesmo em nosso nome, caso sejamos eleitos para prestar a manutenção do projeto pós-implementação.
Sabendo disso, ao contratar um serviço de desenvolvimento de projeto utilizando Sharepoint, aborde com seu provedor de serviços sobre quais serão as formas, dificuldades e facilidades das manutenções posteriores. Coloque na sua lista questões como:
Lembre-se que após a entrega do projeto em produção, algumas atividades de manutenção serão necessárias, então defina claramente:
Temos sido questionados em inúmeros casos sobre a manutenção de projetos em SharePoint realizados por terceiros. Nossa empresa realiza esses serviços, mas vale lembrar que somente após uma análise inicial se poderá determinar o que é somente uma questão de manutenção, e o que precisa ser refeito por não estar aplicado de uma forma adequada.
Nestes casos, como temos feito, vale pensar em um contrato que englobe a manutenção e um pacote de melhorias para que a nova visão aplicada por uma empresa mais experiente possa ser utilizada não só para manter, mas para também aprimorar o que já existe.
Você possui projetos que envolvem manutenção de soluções em Sharepoint 2010? Então fale conosco. |
| Não há um tratado oficial ou documento completo que forneça todas as questões de segurança que podem envolver um projeto em Sharepoint. Afinal, muitos componentes estão presentes neste tipo de cenário: desde sistemas de segurança de rede como Firewalls, bancos de dados, sistemas operacionais, até a aplicação Sharepoint em si.
De um ponto de vista simplista, podemos imaginar que nossos dados estão em um "bunker" protegido por diversas camadas de proteção, onde a camada mais externa é o perímetro e a mais próxima dos dados a aplicação. O desenho abaixo demonstra essa ideia:
O nosso tesouro são os dados. O problema é que esses dados precisam ser disponibilizados a alguns usuários de forma parcial ou completa, e a outros deve ser protegida.
A proteção mais externa, realizada na estrutura de entrada da rede é a proteção de perímetro. Ali estão roteadores controlados, Firewalls, sistemas IDS/IPS e outros que vão fazer o controle preliminar do que pode e o que não pode passar.
A cada nova camada, mais restrições são acrescentadas. O resultado é que o acesso final é tão restritivo quanto a soma de todas as restrições.
Há de se destacar aqui o que o termo segurança pode ter diferentes significados dependendo do cenário. Um portal de Intranet e um portal público na Internet terão diferentes componentes de análise e perspectivas sob o ponto de vista da segurança. Para cada um, cuidados específicos deverão ser tomados. Pensando no desenho acima, uma intranet que não é acessada de fora da rede da empresa poderia não se preocupar com a segurança de perímetro (partindo de um princípio que um acesso externo não esteja sendo permitido pelo controle de perímetro).
Aqui se apresenta um novo desafio: é muito comum que equipes ou até mesmo empresas diferentes sejam responsáveis pelo controle das diferentes camadas. E é aí que mora o perigo.
Uma atualização de sistema operacional não realizada, uma configuração de servidor não completa, um detalhe na configuração da aplicação pode resultar em brechas importantes na segurança, sempre causados por detalhes muito pequenos. E às vezes, acabamos por aprender isso da pior forma.
Alguns pontos para serem analisados:
. Envolva o "dono do projeto" na preocupação com a segurança. . Determine a forma de autenticação mais adequada ao cenário (internet, intranet, extranet). . Lembre-se que a autenticação é reflexo de como foi configurada (usuários ou grupos mal configurados serão refletidos) . Envolva todos os responsáveis pelas diferentes "camadas". . Só conceda direitos que o usuário realmente precisa. . Na hora de avaliar, pense sempre no pior.
Mesmo tendo sido tomados todos os cuidados, tenha a certeza que algo ficou para trás. A experiência aumenta em muito a assertividade, mas são muitos os pontos onde pode haver brechas.
Por isso, para portais públicos, recomendamos fortemente a nossos clientes um teste EHT (Ethical Hacker Test). O EHT é feito por equipe especializada e que que não participou em nenhuma etapa do processo de configuração e desenvolvimento e que tentará com vários meios e ferramentas acessar os dados de nossa aplicação e mapear nossas falhas.
Com isso, teremos uma visão de qual é o nível de proteção efetiva e com base em um relatório poderemos saber em quais das camadas pontos de segurança precisam ser aplicados ou melhorados.
O objetivo final é diminuir riscos mesmo porque riscos sempre haverá.
Para maiores informações sobre esse tema, fale conosco. |
| Uma das funcionalidades disponíveis na plataforma Sharepoint 2010 (inclusive na versão gratuita: Foundation) é o armazenamento de arquivos em biblioteca de documentos.
Suas funções nativas contemplam todas as funcionalidades necessárias para o gerenciamento eletrônico de documentos (GED) como controle de acesso e versionamento. Associado a uma poderosa ferramenta de busca, torna a solução bastante atrativa e completa.
Contudo, uma das preocupações inerentes a grandes implementações é a capacidade do SharePoint em administrar grandes quantidades de documentos e ou documentos muito grandes.
Em termos gerais, a Microsoft sugere que o limite de tamanho para um arquivo em uma biblioteca é de 2GB (padrão é 50MB, mas pode ser estendido à 2GB na versão 2010). Quanto à biblioteca, pode conter até 400.000 arquivos que somadas às suas versões armazenadas, podem chegar a 30 milhões. (adicionalmente sugere-se que uma view apresente, no máximo, cinco mil registros).
Em situações de bibliotecas imensas, pode haver uma preocupação com relação à performance ou, para alguns usuários, uma preocupação a respeito do controle do armazenamento desses arquivos.
Em cenários muito específicos, pode ser aplicada uma solução para esta questão: armazenamento externo de BLOBs.
No SharePoint Server 2010, um objeto binário grande (BLOB) é um grande bloco de dados armazenados em um banco de dados que é conhecido por seu tamanho e localização, em vez de por sua estrutura - por exemplo, um documento do Microsoft Office 2010 ou um arquivo de vídeo. Por padrão, esses BLOBs, também conhecidos como dados não estruturados, são armazenados diretamente no banco de dados de conteúdo do SharePoint, juntamente com os metadados associados, ou dados estruturados. Porque estes BLOBs podem ser muito grandes, talvez seja melhor para armazenar BLOBs fora do banco de dados de conteúdo. BLOBs são imutáveis. Assim, uma nova cópia do BLOB deve ser armazenada para cada nova versão daquele BLOB. Devido a isto, à medida que aumenta o uso de uma base de dados, o tamanho total de seus dados de BLOB pode expandir rapidamente e crescer mais do que o tamanho total dos metadados de documentos e outros dados estruturados que é armazenada na base de dados. Dados BLOB pode consumir muito espaço e utiliza recursos do servidor que são otimizados para os padrões de acesso de banco de dados.
Portanto, em casos específicos, é possível e pode ser útil para mover dados BLOB para fora do banco de dados SQL Server.
Deseja falar mais sobre soluções de GED, fale conosco. |
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MUNDO DIGITAL
No mundo corporativo atual, quase tudo é em formato digital: documentos, e-mails e etc. Não se imprimem mais propostas comerciais, minutas de contratos e solicitações de orçamento.
Apesar das inúmeras vantagens , esse modelo tem trazido alguns novos desafios que precisam ser, cada vez mais, encarados de frente.
Quantos de nós já procuram um documento dentro da empresa e, por não tê-lo encontrado, acabamos por desenvolver um novo. Quantas perdas por “salvar em cima”, ou apagar sem querer. Quantos milhares de arquivos existem em nossas empresas e nem sabemos mais que estão ali.
Algumas estatísticas mostram que :
· 5% a 15% do tempo das pessoas é tomada refazendo conteúdos que a empresa já possuía.
· Desse tempo, 50%, é tomado procurando por esses documentos.
· 15% dos documentos simplesmente não são mais encontrados.
GESTÃO ELETRÔNICA
Ao avaliar estes aspectos fica claro que um conjunto de “pastas na rede” não são mais uma saída suficiente. É necessário uma gestão de todas essas informações que a empresa possui não só para que sejam armazenadas, mas para que possam ser encontradas e reutilizadas no futuro.
A gestão eletrônica de documentos é a solução mais adequada e que trás ainda inúmeras vantagens, como:
· Governança: Controle do acesso a documentos em formato digital.
· Gestão: Controle de versões do mesmo documento e seu histórico.
· Busca: Mecanismo para encontrar documentos.
· Armazenamento: Controle do armazenamento dessa informação.
SOLUÇÕES DE GED UTILIZANDO SHAREPOINT
Você pode utilizar o SharePoint como ferramenta para a Gestão Eletrônica de Documentos. A plataforma possui um conjunto de funcionalidades bastante robusto trazendo ainda algumas vantagens:
· Governança: Controle de acesso integrado aos usuários da rede Microsoft (Active Directory).
· Gestão: Controle de versão configurável:
· Busca: Ferramenta de busca (estilo Google) permitindo, conforme cenário, busca pelo conteúdo do documento.
· Armazenamento: Controle do armazenamento pela própria plataforma SharePoint.
Além disso, você pode ainda:
· Definir um modelo a ser usado para cada tipo de documento (proposta comercial, contrato e etc.).
· Criar uma “etiqueta eletrônica” (metadados) com informações para cada tipo de documento.
· Associar “fluxos de trabalho” (workflows) para situações de colaboração ou aprovação.
· Controlar o acesso a um documento em cada fase do seu ciclo de vida.
· Mover os documentos dentro da organização conforme membros da equipe contribuem para a sua criação. revisão, aprovação, publicação e disposição.
· Definir políticas de auditoria e ainda mecanismos para elimiar ou reter documentos conforme sua importância para a empresa.
Essas são somente algumas das vantagens e características desse tipo de implementação. Se desejar conhecer mais, fale conosco.
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| O SharePoint possui funcionalidades já prontas e que, dependendo das características da sua necessidade, podem potencializar o seu projeto. Assim, muitas dessas funcionalidades não precisam ser desenvolvidas do zero, mas apenas planejadas e configuradas adequadamente para melhor utilização. Dentro da plataforma Microsoft, a outra alternativa seria desenvolver o seu projeto totalmente utilizando .NET, área que também atuamos. Há também um modelo híbrido, que utilizamos bastante. Nesta alternativa, utilizamos o máximo da solução em SharePoint e para as características que não são atendidas pelas funcionalidades do produto, desenvolvemos pequenos pacotes em .NET que serão posteriormente integrados à plataforma SharePoint. Estes componentes são chamados de : webparts. A seguir, com base em nossas experiências, apontamos algumas características que podem guiar a sua escolha entre SharePoint ou .NET. O quadro abaixo identifica, considerando a característica, qual modelo se aplica melhor. No caso do modelo híbrido, as duas opções estão marcadas.
| Atualização do conteúdo do site/portal bastante dinâmica |
x |
|
| Características de gestão de documentos com controle de versão |
x |
|
| Sistema integrado aos usuários da rede |
x |
|
| Sistemas com processos controlados por fluxo de trabalho (workflow) |
x |
|
| Necessidade de controle de criptografia e segurança específica |
|
x |
| Sistemas com importação de dados, processamento, consolidação e relatórios |
|
x |
| Sistemas com alta necessidade de trilhas de auditoria e rastreabilidade |
|
x |
| Integração com outras plataformas |
x |
x |
| Portais com telas que referenciam dados de outros sistemas |
x |
x |
| Sistemas com funcionalidades especiais mas com alta exigência de governança |
x |
x |
|---|
Quer ganhar tempo? Entre em contato conosco, desenvolvemos projetos tanto em .NET como em SharePoint, por isso poderemos ajudá-lo a escolher a melhor alternativa para o seu projeto.
EQUIPE MULT-CONNECT |
Gerenciar Assinaturas /_layouts/images/ReportServer/Manage_Subscription.gif /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/ManageSubscriptions.aspx?list={ListId}&ID={ItemId} 0x80 0x0 FileType rdl 350 Gerenciar Fontes de Dados /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/DataSourceList.aspx?list={ListId}&ID={ItemId} 0x0 0x20 FileType rdl 351 Gerenciar Conjuntos de Dados Compartilhados /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/DatasetList.aspx?list={ListId}&ID={ItemId} 0x0 0x20 FileType rdl 352 Gerenciar Parâmetros /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/ParameterList.aspx?list={ListId}&ID={ItemId} 0x0 0x4 FileType rdl 353 Gerenciar Opções de Processamento /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/ReportExecution.aspx?list={ListId}&ID={ItemId} 0x0 0x4 FileType rdl 354 Gerenciar Planos de Atualização do Cache /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/CacheRefreshPlanList.aspx?list={ListId}&ID={ItemId} 0x0 0x4 FileType rdl 355 Exibir Histórico de Relatórios /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/ReportHistory.aspx?list={ListId}&ID={ItemId} 0x0 0x40 FileType rdl 356 Exibir Itens Dependentes /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/DependentItems.aspx?list={ListId}&ID={ItemId} 0x0 0x4 FileType rsds 350 Editar Definição da Fonte de Dados /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/SharedDataSource.aspx?list={ListId}&ID={ItemId} 0x0 0x4 FileType rsds 351 Exibir Itens Dependentes /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/DependentItems.aspx?list={ListId}&ID={ItemId} 0x0 0x4 FileType smdl 350 Gerenciar Relatórios de Clickthrough /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/ModelClickThrough.aspx?list={ListId}&ID={ItemId} 0x0 0x4 FileType smdl 352 Gerenciar Segurança de Item de Modelo /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/ModelItemSecurity.aspx?list={ListId}&ID={ItemId} 0x0 0x2000000 FileType smdl 353 Regenerar Modelo /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/GenerateModel.aspx?list={ListId}&ID={ItemId} 0x0 0x4 FileType smdl 354 Gerenciar Fontes de Dados /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/DataSourceList.aspx?list={ListId}&ID={ItemId} 0x0 0x20 FileType smdl 351 Carregar no Construtor de Relatórios /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/RSAction.aspx?RSAction=ReportBuilderModelContext&list={ListId}&ID={ItemId} 0x0 0x2 FileType smdl 250 Editar no Construtor de Relatórios /_layouts/images/ReportServer/EditReport.gif /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/RSAction.aspx?RSAction=ReportBuilderReportContext&list={ListId}&ID={ItemId} 0x0 0x4 FileType rdl 250 Editar no Construtor de Relatórios /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/RSAction.aspx?RSAction=ReportBuilderDatasetContext&list={ListId}&ID={ItemId} 0x0 0x4 FileType rsd 250 Gerenciar Opções de Cache /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/DatasetCachingOptions.aspx?list={ListId}&ID={ItemId} 0x0 0x4 FileType rsd 350 Gerenciar Planos de Atualização do Cache /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/CacheRefreshPlanList.aspx?list={ListId}&ID={ItemId}&IsDataset=true 0x0 0x4 FileType rsd 351 Gerenciar Fontes de Dados /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/DataSourceList.aspx?list={ListId}&ID={ItemId} 0x0 0x20 FileType rsd 352 Exibir Itens Dependentes /BlogMultConnect/_layouts/ReportServer/DependentItems.aspx?list={ListId}&ID={ItemId} 0x0 0x4 FileType rsd 353 Detalhes da Conformidade javascript:commonShowModalDialog('{SiteUrl}/_layouts/itemexpiration.aspx?ID={ItemId}&List={ListId}', 'center:1;dialogHeight:500px;dialogWidth:500px;resizable:yes;status:no;location:no;menubar:no;help:no', function GotoPageAfterClose(pageid){if(pageid == 'hold') {STSNavigate(unescape(decodeURI('{SiteUrl}'))+'/_layouts/hold.aspx?ID={ItemId}&List={ListId}'); return false;} if(pageid == 'audit') {STSNavigate(unescape(decodeURI('{SiteUrl}'))+'/_layouts/Reporting.aspx?Category=Auditing&backtype=item&ID={ItemId}&List={ListId}'); return false;} if(pageid == 'config') {STSNavigate(unescape(decodeURI('{SiteUrl}'))+'/_layouts/expirationconfig.aspx?ID={ItemId}&List={ListId}'); return false;}}, null); return false; 0x0 0x1 ContentType 0x01 898 |
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